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	<title>Rins e Ureteres &#8211; Clínica de Urologia Dr. Luís Fernando Dip | Urologista em Francisco Beltrão</title>
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	<description>Atendimento humanizado, tecnologia e mais de 20 anos de experiência em urologia.</description>
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		<title>Litotripsia: como funciona o tratamento das pedras nos rins?</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Aug 2026 16:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bexiga]]></category>
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					<description><![CDATA[Entenda como as ondas de choque podem fragmentar os cálculos renais e em quais situações esse procedimento pode ser indicado. A litotripsia é um dos tratamentos utilizados para eliminar pedras nos rins, também chamadas de cálculos renais. O procedimento pode fragmentar o cálculo em pedaços menores, permitindo que os fragmentos sejam eliminados naturalmente pela urina. [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Entenda como as ondas de choque podem fragmentar os cálculos renais e em quais situações esse procedimento pode ser indicado</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A litotripsia é um dos tratamentos utilizados para eliminar pedras nos rins, também chamadas de cálculos renais. O procedimento pode fragmentar o cálculo em pedaços menores, permitindo que os fragmentos sejam eliminados naturalmente pela urina. A indicação depende de características como o tamanho e a localização da pedra, além das condições de saúde de cada paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem diferentes formas de tratar os cálculos urinários, e nem toda pedra precisa ser submetida à litotripsia. Em alguns casos, cálculos pequenos podem ser eliminados espontaneamente. Quando isso não acontece ou quando o cálculo provoca sintomas importantes, obstrução ou outras complicações, o urologista pode avaliar a necessidade de um procedimento para fragmentá-lo ou removê-lo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é litotripsia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A litotripsia é um procedimento que utiliza ondas de choque para fragmentar uma pedra em partes menores. Na modalidade chamada <strong>litotripsia extracorpórea por ondas de choque</strong>, ou LECO, as ondas são produzidas por um aparelho fora do corpo e direcionadas até o cálculo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois que a pedra é fragmentada, os pequenos pedaços podem passar pelo trato urinário e ser eliminados durante a urina. Dependendo do tamanho e das características do cálculo, pode ser necessário realizar mais de uma sessão para obter a fragmentação desejada. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona a litotripsia extracorpórea?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o procedimento, o aparelho é posicionado de maneira que as ondas de choque sejam direcionadas ao cálculo. Técnicas de imagem ajudam a localizar a pedra e a orientar o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ondas de choque atravessam os tecidos do corpo até alcançar o cálculo. A energia aplicada provoca sua fragmentação, produzindo pedaços menores que posteriormente podem ser eliminados pela urina. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A duração e a necessidade de analgesia ou sedação dependem de cada situação. A litotripsia extracorpórea geralmente é realizada de forma ambulatorial, embora a preparação e o acompanhamento possam variar conforme o paciente e o serviço onde o procedimento é realizado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Toda pedra nos rins pode ser tratada com litotripsia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não. A escolha do tratamento depende principalmente do tamanho e da localização do cálculo, além de outros fatores relacionados ao paciente. Em algumas situações, a litotripsia é uma opção adequada. Em outras, procedimentos como a ureteroscopia ou a nefrolitotomia percutânea podem ser mais indicados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A localização da pedra também influencia a possibilidade de fragmentação e eliminação dos fragmentos. Por isso, exames de imagem são importantes para que o urologista conheça as características do cálculo antes de definir a estratégia de tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a litotripsia pode ser indicada?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A litotripsia pode ser considerada quando o cálculo precisa ser tratado e apresenta características favoráveis à fragmentação por ondas de choque. Pedras que provocam sintomas, obstrução do fluxo urinário ou que apresentam baixa probabilidade de eliminação espontânea podem precisar de uma intervenção. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, cálculos pequenos podem, em determinadas situações, ser acompanhados enquanto o organismo tenta eliminá-los naturalmente. A decisão entre acompanhar o cálculo ou realizar um procedimento deve ser feita pelo urologista após avaliar exames e as características individuais do paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A litotripsia dói?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A percepção durante o procedimento varia entre as pessoas. As ondas de choque podem causar desconforto ou dor, por isso medicamentos para controle da dor podem ser utilizados. Em algumas situações, também pode ser empregada sedação para aumentar o conforto durante o procedimento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da fragmentação, a eliminação dos pequenos pedaços da pedra pode provocar desconforto enquanto eles percorrem o trato urinário. O acompanhamento médico permite orientar os cuidados necessários durante esse período.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que acontece depois da litotripsia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Após o procedimento, os fragmentos do cálculo precisam ser eliminados pela urina. Nem sempre todos os fragmentos são eliminados imediatamente e, em alguns casos, pode ser necessário realizar uma nova avaliação ou outra sessão de tratamento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O acompanhamento também é importante para verificar se restaram fragmentos e avaliar a necessidade de outras medidas. Como pessoas que já tiveram cálculo renal podem apresentar novos episódios, a investigação das possíveis causas e as estratégias de prevenção também fazem parte do cuidado. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Existem situações em que a litotripsia não é indicada?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A litotripsia não é adequada para todos os pacientes. Entre as situações que podem impedir ou dificultar sua realização estão a gravidez, algumas alterações de coagulação, infecção urinária ativa, pressão arterial não controlada e determinadas alterações vasculares. Além disso, características do cálculo ou uma obstrução que impeça a passagem dos fragmentos podem influenciar a escolha do tratamento. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, é importante que o paciente não escolha o procedimento apenas pelo fato de ele ser menos invasivo. O urologista deve avaliar se as características da pedra e as condições clínicas permitem que a litotripsia seja uma opção segura e adequada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar um urologista?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação com um urologista é importante quando existe suspeita ou diagnóstico de cálculo renal, principalmente diante de dor forte nas costas ou na lateral do abdômen, sangue na urina, dor ao urinar ou dificuldade para urinar. Febre e calafrios associados a sintomas urinários também precisam de avaliação médica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando um cálculo já foi identificado, o acompanhamento permite determinar se ele pode ser eliminado espontaneamente ou se existe indicação de tratamento. A escolha entre litotripsia e outras técnicas deve considerar o tamanho e a localização da pedra, os sintomas e as condições de saúde do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A litotripsia pode ser uma alternativa para o tratamento de determinados cálculos renais, utilizando ondas de choque para fragmentar a pedra e facilitar sua eliminação. No entanto, a indicação não é igual para todos os pacientes. Uma avaliação urológica adequada é fundamental para identificar a estratégia mais apropriada para cada caso e acompanhar a eliminação dos fragmentos após o procedimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Urina com espuma: devo me preocupar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DrDIP]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 18:52:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rins e Ureteres]]></category>
		<category><![CDATA[saude dos rins]]></category>
		<category><![CDATA[saude urinaria]]></category>
		<category><![CDATA[sintomas urológicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Entenda as possíveis causas da urina espumosa e saiba quando esse sinal merece avaliação médica. A aparência da urina pode fornecer informações importantes sobre o funcionamento do organismo. Mudanças na cor, no odor ou na presença de espuma costumam despertar dúvidas e, em alguns casos, preocupação. Embora a urina com espuma nem sempre indique um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entenda as possíveis causas da urina espumosa e saiba quando esse sinal merece avaliação médica.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A aparência da urina pode fornecer informações importantes sobre o funcionamento do organismo. Mudanças na cor, no odor ou na presença de espuma costumam despertar dúvidas e, em alguns casos, preocupação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a urina com espuma nem sempre indique um problema de saúde, sua ocorrência frequente pode estar relacionada a alterações que merecem investigação. Por isso, é importante observar quando esse sinal acontece e se ele vem acompanhado de outros sintomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Compreender as possíveis causas da urina espumosa ajuda a identificar situações normais do dia a dia e aquelas em que a avaliação médica pode ser necessária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que significa urina com espuma?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de espuma na urina ocorre quando bolhas se formam na superfície do líquido após a micção. Em muitos casos, isso pode acontecer de forma ocasional e sem relação com doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A velocidade do jato urinário, por exemplo, pode provocar a formação temporária de espuma, especialmente quando a bexiga está cheia e a urina é eliminada com mais pressão. Nesses casos, a espuma costuma desaparecer rapidamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, quando a urina permanece espumosa com frequência ou apresenta espuma abundante e persistente, é importante considerar outras possíveis causas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são as causas mais comuns da urina espumosa?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das causas mais simples é a concentração da urina. Quando a ingestão de líquidos é insuficiente, a urina tende a ficar mais concentrada, favorecendo a formação de espuma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra possibilidade é a presença de proteínas na urina, condição conhecida como proteinúria. Em situações normais, os rins filtram o sangue e impedem que quantidades significativas de proteínas sejam eliminadas pela urina. Quando ocorre alguma alteração nesse mecanismo, parte dessas proteínas pode passar para a urina, contribuindo para o aparecimento de espuma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, algumas doenças renais, diabetes, hipertensão arterial e determinadas condições inflamatórias podem estar associadas ao aumento da perda de proteínas urinárias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a urina com espuma é considerada normal?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A urina espumosa pode ser considerada uma ocorrência normal quando acontece de forma esporádica e desaparece rapidamente. Situações como permanecer muitas horas sem urinar, estar levemente desidratado ou urinar com maior intensidade podem explicar esse fenômeno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, geralmente não existem outros sintomas associados e a aparência da urina retorna ao normal nas micções seguintes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a observação do padrão ao longo do tempo costuma ser mais importante do que um episódio isolado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a urina com espuma merece atenção?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação médica se torna mais importante quando a espuma é persistente e ocorre em praticamente todas as micções. Também merece atenção quando esse sinal está acompanhado de outros sintomas, como inchaço nas pernas, aumento da pressão arterial, alterações na quantidade de urina ou mudanças na coloração urinária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença frequente de espuma pode indicar perda excessiva de proteínas pelos rins, situação que pode estar relacionada a doenças renais que necessitam de diagnóstico e acompanhamento adequados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais cedo uma possível alteração for identificada, maiores são as chances de controlar sua evolução e preservar a função renal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feita a investigação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação médica geralmente começa com a análise do histórico clínico e dos sintomas apresentados pelo paciente. Em seguida, podem ser solicitados exames de urina e exames de sangue para verificar o funcionamento dos rins e identificar possíveis alterações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo dos resultados, exames complementares podem ser necessários para esclarecer a causa da proteinúria ou de outras alterações encontradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo da investigação não é apenas identificar a presença de proteínas na urina, mas também compreender o motivo pelo qual isso está acontecendo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar um urologista?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta com um urologista é recomendada quando a urina com espuma ocorre de forma persistente ou quando há outros sintomas associados que possam indicar alterações do trato urinário ou dos rins.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é importante buscar orientação médica quando existe histórico de doenças como diabetes, hipertensão arterial ou problemas renais, já que essas condições podem aumentar o risco de alterações urinárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação especializada permite determinar se a urina espumosa representa apenas uma característica transitória ou se existe alguma condição que precise de acompanhamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A urina com espuma nem sempre é motivo de preocupação, pois pode ocorrer em situações simples, como desidratação ou aumento da força do jato urinário. No entanto, quando esse sinal se torna frequente e persistente, especialmente se estiver associado a outros sintomas, é importante procurar avaliação médica. A investigação adequada ajuda a identificar possíveis alterações precocemente e contribui para a manutenção da saúde urinária e renal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>A cor da urina pode indicar problemas além da hidratação?</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 19:41:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Observar a cor da urina é um hábito simples, mas que pode trazer informações importantes sobre o funcionamento do organismo. Muitas pessoas associam alterações na cor apenas à ingestão de água, o que de fato é um dos principais fatores. No entanto, essa não é a única explicação possível. Mudanças na tonalidade da urina podem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Observar a cor da urina é um hábito simples, mas que pode trazer informações importantes sobre o funcionamento do organismo. Muitas pessoas associam alterações na cor apenas à ingestão de água, o que de fato é um dos principais fatores. No entanto, essa não é a única explicação possível.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Mudanças na tonalidade da urina podem estar relacionadas à alimentação, uso de medicamentos e, em alguns casos, a condições de saúde que merecem atenção. Por isso, entender o que é considerado normal e identificar sinais de alerta pode ajudar na busca por orientação médica no momento adequado.</em></p>



<h3 class="wp-block-heading">O que determina a cor da urina</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A cor da urina é influenciada principalmente pela concentração de uma substância chamada urocromo, que resulta da degradação da hemoglobina. Quando a pessoa está bem hidratada, a urina tende a ser mais clara. Já em situações de menor ingestão de líquidos, ela pode ficar mais escura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da hidratação, outros fatores também interferem. Alimentos como beterraba, cenoura e alimentos com corantes podem alterar temporariamente a cor da urina. Alguns medicamentos e suplementos vitamínicos também podem provocar mudanças perceptíveis, sem necessariamente indicar um problema de saúde.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando a cor da urina é considerada normal</h3>



<p class="wp-block-paragraph">De modo geral, tons que variam do amarelo claro ao amarelo mais intenso são considerados normais. Essas variações costumam refletir o nível de hidratação ao longo do dia e não indicam, por si só, nenhuma alteração preocupante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Urina mais clara costuma indicar boa ingestão de líquidos, enquanto uma tonalidade mais escura pode sugerir necessidade de maior hidratação. Essas mudanças são comuns e esperadas no dia a dia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Alterações que podem indicar problemas de saúde</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas cores fogem do padrão esperado e podem indicar a necessidade de investigação. Urina avermelhada pode estar associada à presença de sangue, embora também possa ocorrer após o consumo de certos alimentos. Já tons alaranjados ou muito escuros podem estar relacionados a alterações hepáticas ou ao uso de medicamentos específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Urina com aspecto espumoso pode indicar presença de proteínas, o que pode estar relacionado a alterações nos rins. Tons esverdeados ou azulados são menos comuns, mas podem ocorrer em situações específicas, como uso de determinados medicamentos ou infecções raras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem toda alteração representa uma doença, mas mudanças persistentes ou sem causa aparente merecem atenção.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando procurar um urologista</h3>



<p class="wp-block-paragraph">É importante buscar avaliação médica quando a alteração na cor da urina persiste por mais de alguns dias, não está relacionada a alimentos ou medicamentos conhecidos, ou vem acompanhada de outros sintomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sinais como dor ao urinar, febre, mau cheiro intenso, redução ou aumento significativo do volume urinário e presença de sangue visível são indicativos de que uma investigação mais detalhada é necessária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O urologista é o especialista indicado para avaliar essas alterações, solicitar exames quando necessário e orientar de forma adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Mudanças no hábito urinário ao longo da idade: o que é normal e quando investigar</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:08:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entenda como o envelhecimento afeta a bexiga e quais sintomas merecem atenção.Com o passar dos anos, é comum perceber mudanças no funcionamento do corpo, e o sistema urinário não fica de fora desse processo. Alterações na frequência urinária, na urgência para urinar e até na forma como a bexiga se esvazia podem surgir gradualmente. Essas [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Entenda como o envelhecimento afeta a bexiga e quais sintomas merecem atenção.<br>Com o passar dos anos, é comum perceber mudanças no funcionamento do corpo, e o sistema urinário não fica de fora desse processo. Alterações na frequência urinária, na urgência para urinar e até na forma como a bexiga se esvazia podem surgir gradualmente. Essas mudanças nem sempre indicam doença, mas também não devem ser ignoradas. Entender o que acontece no organismo ao longo do envelhecimento ajuda a diferenciar situações esperadas de sinais que precisam de avaliação médica.</em><br><br><strong>O que acontece com a bexiga ao envelhecer</strong><br>A bexiga é formada por um músculo chamado detrusor, responsável por armazenar e expulsar a urina. Com o envelhecimento, esse músculo pode sofrer alterações na sua estrutura e funcionamento. Uma das principais mudanças é a redução da capacidade de armazenamento da bexiga. Isso acontece porque o tecido muscular pode perder elasticidade, tornando o órgão menos capaz de se distender sem gerar vontade de urinar.<br>Além disso, o detrusor pode se tornar mais sensível e apresentar contrações involuntárias, mesmo quando a bexiga ainda não está cheia. Isso explica por que algumas pessoas passam a sentir vontade súbita de urinar ou precisam ir ao banheiro com mais frequência. Outro ponto importante é que o esvaziamento da bexiga pode se tornar menos eficiente. Com o tempo, a contração muscular pode perder força, fazendo com que parte da urina permaneça na bexiga após a micção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alterações hormonais e suas consequências</strong><br>As mudanças hormonais também exercem grande influência sobre o sistema urinário, especialmente nas mulheres após a menopausa. A redução dos níveis de estrogênio pode levar ao afinamento da mucosa da uretra e da bexiga, tornando essas estruturas mais sensíveis e vulneráveis a irritações. Isso pode causar sintomas como ardência, urgência urinária e maior predisposição a infecções urinárias.<br>Nos homens, o envelhecimento frequentemente está associado ao aumento da próstata, condição conhecida como hiperplasia prostática benigna. Esse aumento pode comprimir a uretra e dificultar a passagem da urina.<br>Como consequência, surgem sintomas como jato urinário fraco, dificuldade para iniciar a micção, sensação de esvaziamento incompleto e necessidade de urinar várias vezes ao dia e à noite.<br><br><strong>Sintomas mais comuns com o avanço da idade</strong><br>Algumas mudanças no hábito urinário são mais frequentemente relatadas com o envelhecimento. Entre elas estão o aumento da frequência urinária ao longo do dia e a necessidade de acordar à noite para urinar.<br>A urgência urinária, caracterizada por uma vontade súbita e difícil de controlar, também pode se tornar mais comum. Em alguns casos, pode haver perda involuntária de urina antes de chegar ao banheiro. Outro sintoma possível é a sensação de que a bexiga não esvaziou completamente após urinar. Isso pode fazer com que a pessoa precise retornar ao banheiro em pouco tempo. Também pode ocorrer alteração na força do jato urinário, que se torna mais fraco ou interrompido, principalmente em homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando essas mudanças são consideradas normais</strong><br>Alterações leves e progressivas, que não causam dor e não interferem significativamente na rotina, podem fazer parte do processo natural de envelhecimento. Urinar um pouco mais vezes ao dia ou acordar uma vez durante a noite, por exemplo, pode ser esperado, especialmente quando associado a maior ingestão de líquidos ao longo do dia ou à noite. Nesses casos, os sintomas costumam ser estáveis e não apresentam piora rápida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando é importante investigar</strong><br>É fundamental procurar avaliação médica quando os sintomas se tornam intensos, surgem de forma repentina ou começam a impactar a qualidade de vida. Dor ao urinar, ardência, presença de sangue na urina, perda involuntária frequente, dificuldade importante para urinar ou sensação persistente de esvaziamento incompleto são sinais que merecem investigação. A necessidade de acordar várias vezes à noite para urinar, principalmente quando isso interfere no sono, também deve ser avaliada. <br>Esses sintomas podem estar relacionados a condições como infecções urinárias, alterações da próstata, disfunções da bexiga ou doenças metabólicas, como o diabetes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A importância da avaliação com o urologista</strong><br>O urologista é o especialista indicado para avaliar alterações no hábito urinário em qualquer fase da vida. A análise detalhada dos sintomas, associada a exames quando necessário, permite identificar a causa das mudanças e orientar o acompanhamento adequado. Muitas dessas condições podem ser controladas com medidas clínicas, mudanças de hábitos ou tratamentos específicos, especialmente quando identificadas precocemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



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		<title>Urologia também é para mulheres e é essencial: quando procurar esse especialista?</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 12:46:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Entenda o papel do urologista na saúde feminina e em quais situações aavaliação é necessária.A urologia costuma ser associada à saúde masculina, especialmente por contadas campanhas relacionadas à próstata. No entanto, essa especialidademédica também desempenha um papel fundamental no cuidado da saúde dasmulheres, principalmente quando se trata do sistema urinário.Muitas mulheres convivem com sintomas urinários [&#8230;]]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Entenda o papel do urologista na saúde feminina e em quais situações a<br>avaliação é necessária.<br>A urologia costuma ser associada à saúde masculina, especialmente por conta<br>das campanhas relacionadas à próstata. No entanto, essa especialidade<br>médica também desempenha um papel fundamental no cuidado da saúde das<br>mulheres, principalmente quando se trata do sistema urinário.<br>Muitas mulheres convivem com sintomas urinários sem saber que podem e<br>devem procurar um urologista. Isso faz com que condições comuns, como<br>infecções urinárias recorrentes ou perda involuntária de urina, sejam<br>negligenciadas ou tratadas de forma inadequada ao longo do tempo.</em><br><br><strong>O que o urologista trata na saúde da mulher?</strong><br>A urologia é a área da medicina responsável pelo diagnóstico e tratamento de<br>condições que afetam o trato urinário de homens e mulheres, incluindo rins,<br>ureteres, bexiga e uretra.<br>Embora o ginecologista acompanhe a saúde reprodutiva feminina, o urologista<br>é o especialista indicado para avaliar alterações relacionadas à urina e ao<br>funcionamento da bexiga. Essa atuação é importante porque muitas queixas<br>urinárias não estão ligadas ao sistema reprodutor, exigindo uma investigação<br>específica e direcionada.<br><br><strong>Por que muitas mulheres não procuram um urologista?</strong><br>É comum que sintomas urinários sejam considerados normais ou passageiros.<br>Em alguns casos, há também constrangimento em falar sobre o assunto,<br>especialmente quando envolve perda de urina ou mudanças na frequência<br>urinária.<br>Além disso, existe a ideia equivocada de que apenas o ginecologista deve ser<br>procurado para qualquer questão íntima feminina. Embora esse profissional<br>tenha um papel essencial, algumas condições exigem avaliação do sistema<br>urinário, o que torna a consulta com o urologista igualmente importante.<br><br><strong>Quais são os problemas mais comuns?</strong><br>Entre as condições mais frequentes estão as infecções urinárias,<br>principalmente quando ocorrem repetidamente. Também são comuns quadros<br>de incontinência urinária, caracterizados pela perda involuntária de urina, e a<br>bexiga hiperativa, que provoca vontade urgente e frequente de urinar.<br>Outras situações incluem dor ou ardência ao urinar, presença de sangue na<br>urina e formação de cálculos renais. Esses sintomas podem ter diferentes<br>causas e nem sempre são simples, o que reforça a importância de uma<br>avaliação adequada.<br><br><strong>Quando é normal e quando merece atenção?</strong><br>Algumas variações na frequência urinária podem acontecer ao longo do dia,<br>especialmente de acordo com a ingestão de líquidos. No entanto, sinais<br>persistentes como dor, ardência, urgência urinária, escapes de urina ou<br>acordar várias vezes à noite para urinar devem ser observados com atenção.<br>Infecções urinárias ocasionais podem ocorrer, mas episódios frequentes ou<br>sintomas que não melhoram indicam a necessidade de investigação. Da<br>mesma forma, qualquer presença de sangue na urina deve ser avaliada,<br>mesmo que aconteça apenas uma vez.<br><br><strong>Quando procurar um urologista?</strong><br>A avaliação com um urologista é recomendada sempre que houver sintomas<br>urinários persistentes, desconforto ao urinar ou alterações no padrão habitual.<br>Mulheres com infecções urinárias recorrentes, perda involuntária de urina ou<br>sensação constante de urgência também devem buscar orientação.<br>Além disso, fases como gravidez, pós-parto e menopausa podem trazer<br>mudanças no funcionamento da bexiga, e a avaliação especializada pode<br>ajudar a prevenir ou tratar possíveis alterações.</p>
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		<title>Entenda quando o desconforto pode ser passageiro e quando merece avaliação médica.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DrDIP]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 18:31:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rins e Ureteres]]></category>
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					<description><![CDATA[Sentir ardência ao urinar após a relação sexual é uma situação que gera preocupação imediata. Muitas pessoas associam automaticamente o sintoma a uma infecção, enquanto outras tendem a ignorar o desconforto e esperar que passe sozinho.

A verdade é que essa ardência pode ter causas simples e transitórias, mas também pode indicar alguma alteração que precisa ser investigada. Saber diferenciar esses cenários é fundamental para evitar tanto o alarmismo quanto a negligência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Quando pode ser algo passageiro?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, a ardência ocorre por irritação mecânica. O atrito durante a relação, especialmente quando há pouca lubrificação, pode causar sensibilidade temporária na uretra. Nessa situação, o desconforto costuma ser leve e melhora em poucas horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro fator comum é a desidratação. Quando a ingestão de líquidos é insuficiente, a urina fica mais concentrada e pode causar leve ardência ao passar por uma mucosa que já está sensível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o sintoma aparece isoladamente, dura pouco tempo e não vem acompanhado de outros sinais, pode ser apenas uma reação transitória do organismo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando a ardência pode indicar infecção?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se o desconforto persiste por mais de um ou dois dias, se aumenta de intensidade ou se vem acompanhado de outros sintomas, como aumento da frequência urinária, urgência para urinar, secreção uretral ou dor pélvica, é importante investigar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Infecções urinárias em homens são menos comuns do que em mulheres, mas quando acontecem merecem atenção. Além disso, algumas infecções sexualmente transmissíveis também podem provocar ardência ao urinar, muitas vezes sem sintomas muito evidentes no início.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, a avaliação médica é fundamental para identificar a causa e indicar o tratamento correto.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O risco da automedicação</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Um erro frequente é iniciar antibióticos por conta própria ao primeiro sinal de ardência. Isso pode mascarar sintomas, dificultar o diagnóstico correto e contribuir para resistência bacteriana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem toda ardência é infecção, e nem toda infecção é tratada com o mesmo medicamento. O tratamento adequado depende de avaliação clínica e, em alguns casos, de exames laboratoriais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que fazer ao perceber o sintoma?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Manter boa hidratação, observar a evolução do desconforto e evitar novas relações até que o sintoma desapareça pode ajudar nos casos leves e transitórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se houver persistência, recorrência ou associação com outros sinais, o ideal é procurar um urologista. Identificar a causa correta evita complicações e garante tratamento direcionado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidar da saúde urológica também significa prestar atenção aos pequenos sinais que o corpo dá, sem exageros, mas com responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Sangue na urina: quando procurar um urologista?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[DrDIP]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 17:49:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rins e Ureteres]]></category>
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					<description><![CDATA[Notar sangue na urina, mesmo em pequena quantidade, pode causar preocupação e ansiedade. A presença de sangue na urina é chamada de hematúria e pode ter diversas causas, desde condições benignas até doenças mais graves. Identificar a origem do sangramento é essencial para garantir o tratamento adequado e a segurança do paciente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">O que é hematúria?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Hematúria é a presença de glóbulos vermelhos na urina. Ela pode ser <strong>visível a olho nu</strong> (hematúria macroscópica) ou detectada apenas em exames laboratoriais (hematúria microscópica).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a hematúria nem sempre indique câncer, sua investigação é necessária para descartar causas graves, especialmente em adultos acima de 40 anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais causas de sangue na urina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As causas da hematúria podem ser variadas e incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Infecções urinárias</strong>: inflamação da bexiga ou dos rins pode levar a sangue na urina.</li>



<li><strong>Cálculos renais ou ureterais</strong>: pedras nos rins ou ureteres podem causar sangramento e dor intensa.</li>



<li><strong>Doenças da próstata</strong>: aumento benigno (HPB) ou prostatite podem provocar hematúria.</li>



<li><strong>Traumas</strong>: lesões na região abdominal ou pélvica.</li>



<li><strong>Medicamentos</strong>: anticoagulantes podem facilitar sangramentos.</li>



<li><strong>Tumores do trato urinário</strong>: câncer de bexiga, rim ou uretra — mais comum em fumantes e pessoas acima de 50 anos.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas associados</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além da presença de sangue na urina, outros sinais podem acompanhar a hematúria, dependendo da causa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dor lombar ou abdominal (cálculos renais)</li>



<li>Ardência ao urinar ou aumento da frequência urinária (infecção)</li>



<li>Urina turva ou com coágulos visíveis</li>



<li>Febre, mal-estar ou perda de peso (em casos mais graves)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Avaliação médica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O urologista é o profissional indicado para investigar qualquer episódio de hematúria. O diagnóstico começa com uma <strong>anamnese detalhada</strong> e exame físico. Exames laboratoriais, como a análise de urina e urocultura, ajudam a identificar infecções. Em homens, o PSA pode ser solicitado para avaliar a próstata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exames de imagem, como ultrassonografia, tomografia ou ressonância, permitem identificar cálculos, tumores ou alterações estruturais. Quando há suspeita de lesão na bexiga ou sangramentos persistentes, o urologista pode indicar a <strong>cistoscopia</strong>, exame que permite visualização direta do interior da bexiga.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tratamento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento da hematúria depende da causa identificada. Infecções são tratadas com antibióticos adequados, enquanto cálculos podem necessitar de medidas conservadoras, litotripsia ou procedimentos cirúrgicos, dependendo do tamanho e localização. Alterações prostáticas ou outras condições estruturais podem exigir medicamentos ou procedimentos específicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em casos de tumores, o tratamento é conduzido por equipes especializadas, incluindo cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, de acordo com a avaliação individual do paciente. O acompanhamento médico contínuo é essencial para prevenir recorrência e complicações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar um urologista?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É importante procurar um urologista diante de qualquer episódio de sangue na urina, mesmo que seja discreto. Isso inclui casos de hematúria detectada em exames de rotina, presença de sintomas associados como dor, febre ou coágulos, ou histórico de tabagismo e idade avançada. A investigação precoce aumenta a segurança e permite tratamento mais eficaz.</p>
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		<item>
		<title>Infecção urinária em homens: sintomas, tratamento e prevenção</title>
		<link>https://drluisfernandodip.com.br/infeccao-urinaria-em-homens-sintomas-tratamento-e-prevencao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DrDIP]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 19:04:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rins e Ureteres]]></category>
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					<description><![CDATA[A infecção urinária é comum, mas em homens geralmente merece atenção especial. Isso porque pode estar relacionada a alterações na próstata, cálculos ou até infecções sexualmente transmissíveis. Entender os sinais, quando procurar ajuda médica e como prevenir é fundamental para evitar complicações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Sintomas da infecção urinária em homens</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais sintomas incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ardência ou dor ao urinar</li>



<li>Vontade frequente de urinar, mesmo com pouco volume</li>



<li>Urina turva ou com mau cheiro</li>



<li>Dor na bexiga, no baixo ventre ou na lombar</li>



<li>Febre e calafrios em casos mais graves</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É importante procurar atendimento médico, pois os sintomas podem se confundir com outras doenças urológicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tratamento da infecção urinária masculina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento costuma envolver <strong>antibióticos prescritos pelo urologista</strong>, de acordo com o tipo de bactéria identificada no exame de urina. Além disso, recomenda-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Hidratação adequada</li>



<li>Evitar segurar a urina por muito tempo</li>



<li>Tratar condições associadas, como hiperplasia prostática ou cálculos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nunca é indicado automedicar-se, já que o uso incorreto de antibióticos pode dificultar a cura e favorecer recidivas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como prevenir a infecção urinária</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas medidas simples ajudam a reduzir o risco de infecção:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Beber bastante água ao longo do dia</li>



<li>Manter boa higiene íntima</li>



<li>Urinar após relações sexuais</li>



<li>Realizar acompanhamento regular com urologista, principalmente em casos de histórico frequente de infecções</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A infecção urinária em homens merece atenção especial, já que pode ser sinal de problemas urológicos mais complexos. Em caso de sintomas, não adie a consulta médica.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Dor ao urinar: o que pode ser e quando procurar um urologista</title>
		<link>https://drluisfernandodip.com.br/dor-ao-urinar-o-que-pode-ser-e-quando-procurar-um-urologista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DrDIP]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 17:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rins e Ureteres]]></category>
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					<description><![CDATA[Sentir dor ou ardência ao urinar é um sintoma comum que pode surgir em qualquer idade. Conhecida como disúria, essa queixa merece atenção porque pode ter causas simples, como infecção urinária, mas também pode indicar condições que exigem tratamento especializado. Neste artigo, você vai entender o que pode causar dor ao urinar, quando é preciso se preocupar e quando deve procurar um urologista.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">O que é disúria?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A disúria é o termo médico para descrever ardência, dor ou desconforto durante a micção. O sintoma pode vir isolado ou acompanhado de aumento da frequência urinária, dificuldade para iniciar o jato ou sensação de bexiga cheia mesmo após urinar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Principais causas de dor ao urinar</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Infecção urinária (cistite):</strong> é a causa mais frequente, especialmente em mulheres. Costuma vir com urgência para urinar, ardor e, em alguns casos, febre baixa.</li>



<li><strong>Uretrite:</strong> inflamação da uretra, mais comum em homens jovens, muitas vezes relacionada a infecções sexualmente transmissíveis.</li>



<li><strong>Prostatite:</strong> inflamação da próstata em homens, que pode causar dor perineal, febre alta e dificuldade para urinar.</li>



<li><strong>Pedras nos rins:</strong> cálculos urinários podem machucar as vias urinárias, causando ardor, sangue na urina e dor intensa na lombar.</li>



<li><strong>Outras causas:</strong> traumas, irritações químicas (uso de sabonetes íntimos), doenças dermatológicas ou reações medicamentosas.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Quando é sinal de alerta</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nem toda ardência urinária é grave, mas alguns sinais merecem avaliação imediata:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Febre alta e calafrios</li>



<li>Dor intensa na lombar ou no flanco</li>



<li>Presença de sangue na urina</li>



<li>Dificuldade para urinar com jato fraco</li>



<li>Sintoma que persiste mais de 48 horas</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Quando procurar um urologista</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Se a dor ao urinar persistir, ocorrer repetidamente ou vier acompanhada de febre, sangue na urina ou dor lombar forte, procure um <strong>urologista</strong>. O especialista pode pedir exames como urina tipo 1, urocultura, ultrassom das vias urinárias e testes para investigar infecções sexualmente transmissíveis.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que fazer até a consulta</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Beba bastante água para ajudar a “lavar” as vias urinárias</li>



<li>Evite café, álcool ou bebidas irritantes</li>



<li>Mantenha boa higiene íntima</li>



<li>Não tome antibióticos sem prescrição</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ardência ao urinar é um sintoma comum, mas não deve ser ignorado. O diagnóstico precoce evita complicações e garante um tratamento eficaz. Na dúvida, procure um urologista de confiança e cuide da sua saúde urinária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Cálculo renal: causas, sintomas e tratamentos disponíveis</title>
		<link>https://drluisfernandodip.com.br/calculo-renal-causas-sintomas-e-tratamentos-disponiveis/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[DrDIP]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Apr 2025 08:50:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rins e Ureteres]]></category>
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					<description><![CDATA[O cálculo renal — popularmente conhecido como “pedra nos rins” — é uma condição comum, mas que pode causar dor intensa e complicações sérias se não for tratada corretamente.

Neste artigo, você vai entender as principais causas, sintomas mais comuns e opções de tratamento disponíveis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[		<div data-elementor-type="wp-post" data-elementor-id="2334" class="elementor elementor-2334" data-elementor-post-type="post">
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									<h2 data-start="852" data-end="877"><strong>O que é cálculo renal?</strong></h2>
<p data-start="879" data-end="1175">Cálculo renal é o acúmulo de cristais sólidos nos rins ou nas vias urinárias, formados a partir de substâncias presentes na urina, como cálcio, oxalato, ácido úrico ou cistina. Esses cristais podem se agrupar, formando pedras de diferentes tamanhos, que obstruem a passagem da urina e causam dor.</p>
<h2 data-start="1182" data-end="1217"><strong>Quais são as causas mais comuns?</strong></h2>
<p data-start="1219" data-end="1302">Diversos fatores favorecem a formação de cálculos urinários. Os principais incluem:</p>
<ul>
<li data-start="1304" data-end="1410"><strong data-start="1304" data-end="1330">Baixa ingestão de água: </strong>a desidratação concentra a urina, favorecendo o acúmulo de cristais nos rins.</li>
<li data-start="1412" data-end="1572"><strong data-start="1412" data-end="1459">Alimentação rica em sal e proteínas animais: </strong>dieta com excesso de sódio, carnes vermelhas, embutidos e refrigerantes aumenta o risco de formação de pedras.</li>
<li data-start="1574" data-end="1672"><strong data-start="1574" data-end="1596">Histórico familiar: </strong>a predisposição genética pode influenciar na formação de cálculos renais.</li>
<li data-start="1674" data-end="1872"><strong data-start="1674" data-end="1719">Doenças metabólicas e uso de medicamentos: </strong>distúrbios como gota, hiperparatireoidismo, obesidade e alguns remédios (como diuréticos e suplementos de cálcio) também estão associados ao problema.</li>
</ul>
<h2 data-start="1879" data-end="1922"><strong>Quais são os sintomas da pedra nos rins?</strong></h2>
<p data-start="1924" data-end="2119">O sintoma mais característico é a <em data-start="1958" data-end="1978">dor lombar intensa</em>, conhecida como <em data-start="1995" data-end="2009">cólica renal</em>, que surge de forma súbita e pode irradiar para o abdome, virilha ou testículo. Outros sinais comuns incluem:</p>
<ul data-start="2121" data-end="2280">
<li data-start="2121" data-end="2152">
<p data-start="2123" data-end="2152">Sangue na urina (hematúria)</p>
</li>
<li data-start="2153" data-end="2187">
<p data-start="2155" data-end="2187">Urina escura ou com odor forte</p>
</li>
<li data-start="2188" data-end="2209">
<p data-start="2190" data-end="2209">Náuseas e vômitos</p>
</li>
<li data-start="2210" data-end="2241">
<p data-start="2212" data-end="2241">Vontade frequente de urinar</p>
</li>
<li data-start="2242" data-end="2280">
<p data-start="2244" data-end="2280">Febre (quando há infecção associada)</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="2287" data-end="2317"><strong>Como é feito o diagnóstico?</strong></h2>
<p data-start="2319" data-end="2485">O diagnóstico do cálculo renal é clínico e baseado na avaliação dos sintomas, mas exames complementares são fundamentais para confirmar o quadro e guiar o tratamento:</p>
<ul>
<li data-start="2487" data-end="2608"><strong data-start="2487" data-end="2526">Ultrassonografia das vias urinárias: </strong>exame simples, sem radiação, que detecta cálculos maiores e dilatação dos rins.</li>
<li data-start="2610" data-end="2751"><strong data-start="2610" data-end="2654">Tomografia computadorizada sem contraste: </strong>é o exame mais sensível e preciso para identificar cálculos de qualquer tamanho e localização.</li>
<li data-start="2753" data-end="2896"><strong data-start="2753" data-end="2777">Exames laboratoriais: </strong>incluem urina tipo 1, urocultura e creatinina, para avaliar infecção, função renal e presença de sangue ou cristais.</li>
</ul>
<h2 data-start="2903" data-end="2945"><strong>Tratamento</strong></h2>
<p data-start="2947" data-end="3043">O tratamento depende do <em data-start="2971" data-end="2991">tamanho do cálculo</em>, sua <em data-start="2997" data-end="3010">localização</em> e da <em data-start="3016" data-end="3042">intensidade dos sintomas</em>:</p>
<p data-start="3045" data-end="3276"><strong data-start="3045" data-end="3074">Hidratação e medicamentos</strong><br data-start="3074" data-end="3077" />Cálculos pequenos (até 5 mm) costumam ser eliminados espontaneamente com aumento da ingestão de água e uso de analgésicos, anti-inflamatórios e medicamentos que ajudam na dilatação do trato urinário.</p>
<p data-start="3278" data-end="3464"><strong data-start="3278" data-end="3327">Litotripsia extracorpórea por ondas de choque</strong><br data-start="3327" data-end="3330" />Técnica não invasiva que fragmenta a pedra em pedaços menores, facilitando sua eliminação natural. É indicada para cálculos moderados.</p>
<p data-start="3466" data-end="3503"><strong data-start="3466" data-end="3501">Cirurgias minimamente invasivas</strong></p>
<ul data-start="3504" data-end="3652">
<li data-start="3504" data-end="3570">
<p data-start="3506" data-end="3570"><em data-start="3506" data-end="3521">Ureteroscopia</em>: utilizada para cálculos em ureteres ou bexiga</p>
</li>
<li data-start="3571" data-end="3652">
<p data-start="3573" data-end="3652"><em data-start="3573" data-end="3600">Nefrolitotomia percutânea</em>: indicada para pedras maiores ou múltiplas nos rins</p>
</li>
</ul>
<p data-start="3654" data-end="3774">Esses procedimentos são realizados com equipamentos modernos e recuperação mais rápida, muitas vezes sem cortes grandes.</p>
<h2 data-start="3781" data-end="3811"><strong>Como prevenir novas crises?</strong></h2>
<p data-start="3813" data-end="3925">Após o primeiro episódio de cálculo renal, a prevenção se torna essencial. As orientações mais eficazes incluem:</p>
<ul data-start="3927" data-end="4252">
<li data-start="3927" data-end="3976">
<p data-start="3929" data-end="3976">Beber pelo menos 2 a 3 litros de água por dia</p>
</li>
<li data-start="3977" data-end="4067">
<p data-start="3979" data-end="4067">Reduzir o consumo de sal, carnes vermelhas, refrigerantes e alimentos industrializados</p>
</li>
<li data-start="4068" data-end="4122">
<p data-start="4070" data-end="4122">Evitar suplementos de cálcio sem orientação médica</p>
</li>
<li data-start="4123" data-end="4201">
<p data-start="4125" data-end="4201">Realizar exames metabólicos, especialmente se houver episódios recorrentes</p>
</li>
<li data-start="4202" data-end="4252">
<p data-start="4204" data-end="4252">Acompanhar-se com um urologista de forma regular</p>
</li>
</ul>
<h2 data-start="4259" data-end="4271"><strong>Conclusão</strong></h2>
<p>O cálculo renal é uma condição comum, mas que pode ser controlada com medidas simples e tratamento adequado. Com diagnóstico precoce e orientação especializada, é possível <strong>evitar complicações, aliviar os sintomas e reduzir as chances de recorrência</strong>.</p>
<p>Se você apresenta sintomas como dor lombar intensa ou suspeita de pedra nos rins, <strong>agende uma consulta com um urologista.</strong></p>
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